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sexta-feira, 25 de março de 2011

História Scion



Os scions sobreviveram porque conseguiram rapidamente aplicar os seus conhecimentos de energia fotovoltaica e biologia para produzir oxigênio. Nunca houve entre eles uma fase de terem que lutar "todos contra todos" simplesmente para sobreviver, como no caso das outras facções. Por essa razão conseguiram conviver entre si de forma mais humana em comparação com as outras facções e conseguiram manter um bom equilíbrio no seu governo e na sua frota. Migrando de forma relativamente pacífica chegaram às suas áreas de colonização preferidas nas proximidades da superfície do mar.

Os scions conseguiram criar florestas e campos debaixo da água e atingiram uma excelente qualidade de vida. Enquanto que os nautas e jafnhar se acostumaram a uma vida sob luz artificial, entre plástico e metal, os scions vivem como viviam na terra. Como apenas poucos nautas e jafnhar já entraram nas bases dos scions, correm muitos boatos nas outras facções acerca dos seus parques submarinos.

Os scions vêm de um ambiente científico e herdaram sua New Age Religion da Califórnia que submergiu. Um antigo líder dos scions forjou uma religião baseada nos mitos do seu tempo, que com o passar do tempo foi se tornando independente e sendo cada vez mais levada a sério, em parte por estar na moda, em parte por falta de alternativa. Nos primeiros anos após a última guerra uma motivação espiritual como esta era tão fundamental quanto o oxigênio para que se conseguisse lutar pela sobrevivência da humanidade com a grande coragem necessária. Com o tempo eles foram ficando certos de deverem se considerar descendentes de cavaleiros do rei Artur, dos celtas ou dos antigos gregos.

A primeira colonização dos scions, Amris, foi palco dos primeiros grandes conflitos debaixo da água depois da última guerra. Tanto os nautas como os jafnhar atacaram Amris com o objetivo de os submeterem ao seu comando. É daí que vem a força de vontade dos scions em batalha e a sua típica característica de priorizarem uma forte defesa. Eles não têm interesses expansionistas, com uma exceção: acabar com os geradores de parazônio dos jafnhar.

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